GUP! Desenvolvimento

Engajamento na prática

Ao ler o post sobre engajamento, disponibilizado nas redes sociais da Growing Up! (figura abaixo), automaticamente fiz uma analogia com a minha capacidade de jogar futebol. Compartilhei com a Carol que gostou bastante, pedindo para publicar no próprio blog da consultoria. Claro que aceitei e espero que curtam o conteúdo.

 

Para entender a relação entre desafio x competência e o resultado gerado através deste cruzamento, logo pensei na situação: “se alguém me chamar para jogar futebol”.

Cenário 1 – Se no momento que eu chegar na quadra de futebol me falarem que eu terei que jogar na posição de atacante: a minha habilidade com a bola nos pés é horrível, ou seja, minha competência é baixa quando o assunto é ser atacante de futebol. Neste caso temos uma competência baixa e não importa se o time adversário é bom ou ruim, eu vou ficar irritado, torcendo para que o jogo acabe rápido, sem falar no meu medo de fazer feio e passar vergonha também.

Cenário 2 – Se neste mesma situação me oferecerem a posição de goleiro: a minha habilidade como goleiro é fantástica! (modéstia a parte) ou seja minha competência é alta. Mas se o time adversário for ruim significa que o desafio é baixo, ou seja, eu vou acabar ficando entediado. Agora se o time adversário for bom significa que o desafio está a minha altura, gerando assim meu engajamento total, vontade de fazer várias defesas, e jogar um jogo inesquecível, torcendo pra que o jogo não acabe nunca.

Essas mesmas situações estão presentes no dia a dia de qualquer empresa. É papel do líder conhecer a sua equipe para entender se está colocando-os em situações “desafiantes, mas possíveis”, situações “entediantes” ou até situações “de medo e nervosismo”, porque a pessoa AINDA não está pronta para aquele desafio.

Também não podemos esquecer do papel do profissional de levantar a mão e pedir ajuda e direcionamento, pois não adianta abaixar a cabeça e se fazer de vítima. Não adiantará dizer “mas meu chefe não me ajudava” sem que ele mesmo nunca tenha pedido por auxílio. É uma via de mão dupla.

É claro que é importantíssimo que os profissionais assumam cada vez desafios maiores, para que tenham a oportunidade de evoluir, porém este crescimento precisa ser gradual, para que de fato se concretize. Melhor ainda quando é acompanhado/incentivado pelo gestor.

Com estes cuidados em mente todos ganham:
– colaboradores se desenvolvem mais;
– gestores tem equipes mais engajadas;
– empresas possuem equipes de trabalho eficientes e atingem – ou até mesmo superam – os seus objetivos estratégicos.