GUP! Desenvolvimento

Como a Felicidade pode ser um diferencial competitivo na era da automatização?

Muito temos visto sobre a ameaça que o avanço tecnológico nos traz em relação a sua proporcional redução dos postos de trabalho. Funções como Operador de Telefonia, Carteiro, Arquivista, Operador de Linha de Montagem etc estão sendo extintos e isso preocupa as empresas e os profissionais que não estão preparados para essa nova era que já chegou!
Se estas funções estão sendo extintas devido a serem mais rotineiras, com menos demanda cognitiva, outras que exigem criatividade, alto nível de senso crítico,  desenvolvimento de gente, criação de experiências sensoriais para as pessoas, dentre outras, não estão ameaçadas e tendem a ganhar cada vez mais espaço no mercado de trabalho. A quantidade de startups que surge com a proposta de entregar inovação não para de crescer.
É claro que com isso a concorrência entre estes profissionais vai crescer também, exigindo que as empresas e as pessoas sejam capazes de identificar como se destacar e conseguir entregar melhores resultados para seus clientes.
Uma importante possibilidade de adquirir esta vantagem competitiva é investindo na Felicidade no Trabalho, pois entende-se que há uma correlação direta entre nível de felicidade com nível de criatividade. Quanto mais criativo, mais complexo e personalizado, mais difícil de ser automatizado e mais segura a sobrevivência.
Neste ponto de investir na Felicidade do Trabalho, ter na empresa uma gestão voltada para a valorização das pessoas é crucial e pode proporcionar resultados surpreendentes.