GUP! Desenvolvimento

NÃO ESTEJA TÃO A FRENTE DO DESFILE QUE PAREÇA QUE VOCÊ NÃO FAZ PARTE DELE

Ser empresário no Brasil é desafiador. Não são todas as pessoas que conseguem ter sucesso e as que navegam nesse mar turbulento são profissionais de atitude, proativos, assumem e lidam com riscos, afinal podem até cair até 100 vezes mas levantam 101! Além, é claro, de dominarem as atividades das suas empresas melhores do que qualquer outra pessoa… e esse é o grande problema!

 

Ouvimos essa frase do título do Conrado Adolpho e achamos maravilhosa! Participamos de eventos que abordam sobre as mudanças do mercado, cursos de atualização e na maior parte do tempo são os empresários/líderes que estão lá sendo provocados, instigados… mas as equipes estão no escritório garantindo o arroz com feijão de cada dia (que bom!). Porém eles não são picados pelas palestras motivacionais e quando esse líder volta para a empresa e olha para as pessoas, bate um desespero “como vamos passar por tudo isso se a equipe não entende e não acompanha?”.

 

As equipes não são incompetentes e tampouco querem o mal das suas empresas! Mas enquanto o empresário dedica suas horas para pensar em estratégias, ser criativo, inovar para sua empresa continuar se destacando no mercado e crescendo, ou seja, treina a sua mente para isso, o restante da equipe exercita a mente para entregar o detalhe do trabalho, ganhar velocidade, não errar, tomar cuidado para não passar a informação errada para o cliente etc. São competências essenciais mas que treinam o cérebro para outra coisa… Já pensou um Diretor trocar de cadeira com alguém da operação por 01 mês, 02 meses… executando os detalhes que eles fazem? Provavelmente ele não iria mais se sair tão bem (nem paciência mais teria também).

 

Acreditamos que um dos possíveis caminhos é envolver a equipe sobre as mudanças do mercado, deixar claro aonde a empresa está e aonde ela quer chegar, porque que cada colaborador é importante nessa transição, quais são os ganhos disso… afinal apenas mudamos quando vemos vantagem nisso, certo?

 

Outro ponto muito importante é colocar no papel exatamente quais são as expectativas da empresa sobre a performance do colaborador. Pode ser que exista uma ideia de que “ele precisa ser mais consultivo” mas o que é, NA PRÁTICA, ser mais consultivo? Como ele pode fazer isso? Empresas de sucesso oferecem desafios para as equipes e o suporte necessário para que eles caminhem.

 

Uma metodologia para fornecimento de suporte para as equipes é aplicar ferramentas de autoconhecimento e investir em ações que desenvolvam os comportamentos de cada colaborador, afinal “os profissionais são contratados pelos requisitos técnicos e demitidos pelo comportamental”.

 

Entender que cada um está dando o melhor que pode, facilita focar as nossas energias em “como desenvolvê-lo para que ele possa mais?”. Vamos juntos nessa?

 

Carol Freitas – GUP! Desenvolvimento l gestão de performance sustentável