GUP! Desenvolvimento

SIGNIFICADO DO TRABALHO: DA TORTURA A FELICIDADE

Desde cedo gosto de trabalhar. Era a oportunidade de eu ganhar o meu próprio dinheiro, ter liberdade, ser desafiada, me sentir útil, conhecer outras pessoas e contribuir para a sociedade como um todo, mas nem sempre a experiência foi positiva.

 

Aos meus 18 anos, no meu segundo emprego, uma gerente bateu na minha cabeça com um pesado livro porque eu não havia entendido o que ela dizia. Em outra oportunidade fui exposta de repente a uma sala com mais de 100 candidatos sem nunca ter trabalhado com Recrutamento & Seleção e vi 95% deles indo embora porque eu não havia “vendido” a vaga da forma certa (consegue imaginar a bronca que eu tomei por causa disso?). Já chorei bastante, mas também celebrei e conforme o tempo foi passando, as experiências positivas começaram a ganhar mais espaço, ufa!

 

A questão é que a palavra “trabalho” tem a sua origem no século VI do latim tripalium que era um instrumento romano de tortura. E mesmo antes dessa associação, quem trabalhava em Roma eram os escravos, pois os patrícios ficavam responsáveis sobre as atividades políticas.

 

Mas estamos no século XXI, vivendo a 4ª Revolução Industrial e isso já deveria ser passado, não é mesmo? Sim, para muitas pessoas e empresas é diferente pois as relações de trabalho e a dependência dos empregadores com as suas equipes foi mudando significativamente no decorrer dos anos.

 

Nós últimos dez anos as mudanças estão ainda mais acentuadas. A geração Y ingressou no mercado de trabalho (e atualmente ocupam posições de gerência e diretoria) com outras crenças e formas de enxergar a vida, impactando não apenas a sua geração, mas todos ao seu redor.

 

Questões como aproveitar a jornada e não apenas a chegada, importância de fazer o que gosta, trabalhar em empresas e em carreiras que tenham um propósito maior do que apenas o trabalho em si, uma menor valorização e fidelização a marcas são apenas alguns exemplos dessa mudança e com as empresas vivendo em mercados cada vez mais competitivos e ágeis, atrair e manter esses profissionais nas suas empresas é uma questão de sobrevivência.

 

Se um colaborador de alta performance não enxerga perspectivas de crescimento na empresa, ele sai. Se ele não confia na gestão e nos seus colegas de trabalho, ele também sai. Se os valores da empresa não estiverem conectados aos seus valores, ele vai embora. Também existem as pessoas que permanecem na empresa mas falam mal de tudo, são detratores da marca e possuem uma baixa performance. Que pesadelo!

 

A necessidade de investir em relações mais justas e sinceras no trabalho, buscar a pessoa certa para a vaga certa, ter metas claras, ambientes agradáveis e líderes que constroem suas equipes ao invés de destruí-las, substituiu a crença de que trabalho é uma tortura. É possível ter felicidade no trabalho e é exatamente isso que a GUP! proporciona para os clientes e colaboradores, o equilíbrio entre felicidade e resultados, curto e longo prazo, empregadores e colaboradores. Todo mundo ganha!

 

 

Carol Freitas – GUP! Desenvolvimento – gestão de performance sustentável

 

 

 

Referências:

http://www.ufrgs.br/e-psico/subjetivacao/trabalho/etim_trab.htm