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A FÓRMULA SECRETA PARA LIDERAR PESSOAS

Você já ouviu a expressão “para quem tem um martelo, tudo vira prego”?

É mais ou menos isso que acontece quando nos apegamos a fórmulas certas ou até “infalíveis” para resolver as situações que surgem no trabalho e até mesmo na vida.

 

No dia a dia do trabalho gestores precisam lidar com diversas situações diferentes, seja com o objetivo de atender um prazo de entrega de trabalho, alcançar um nível mínimo de qualidade ou qualquer outro grande objetivo que esteja construindo junto com sua equipe.

 

E aí surge uma variável importantíssima na equação de “performance da área”: a equipe, um grupo de pessoas diferentes (afinal, por mais parecidos que alguns possam ser, cada um tem seus gostos, preferências, anseios e muito mais, tudo isso em combinações únicas) que precisam trabalhar juntas para atingir um objetivo comum.

 

O líder deveria então ser aquela pessoa capaz de canalizar esforços e garantir que todos estão entregando o seu máximo e estão se desenvolvendo no processo (para que o resultado de amanhã seja ainda melhor do que o resultado de hoje), porém um fator muitas vezes negligenciado é a individualidade, que acaba sendo deixada de lado e perde força em comparação ao “jeitão próprio de liderar pessoas” que o chefe tem.

 

Pode ser que esse “jeitão” realmente seja bom para uma parte da equipe, que realmente consegue se beneficiar (apoiando a atingir um objetivo e se desenvolvendo no processo) e isso pode gerar no gestor a percepção de que ele encontrou “a fórmula secreta”.

 

Ao criarmos a ilusão que temos essa “fórmula secreta” desistimos de buscar alternativas e repensar a forma como conduzimos situações, afinal de contas para que repensar se eu já possuo uma solução infalível. O que acaba por diminuir a flexibilidade da liderança.

 

Surge então a frase “fulano não serve para fazer parte do meu time”. Até que ponto será que estamos falando de critérios e quando passamos a falar de “falta de flexibilidade”?

 

E você, consegue perceber em quais momentos está mais preso ao seu “jeitão”?

E como avalia a sua flexibilidade para conseguir apoiar diferentes profissionais em seu desenvolvimento e na construção de resultados?

 

GUP! Desenvolvimento / gestão de performance sustentável