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LIDERANÇA HUMANIZADA E O ESTRESSE

Liderança é uma grande responsabilidade nas vidas das pessoas que ocupam essa posição. Desejada por muitos, infelizmente bem experienciada por poucos, seus desafios englobam gerenciar as pressões internas da organização (investidores, alta direção e equipes), externas (mercado, política e legislação) e serem capazes de direcionar as pessoas para os objetivos da empresa.

 

Imagine um barco passando por uma grande tempestade em alto mar. Está chovendo, o barco está sacudindo bastante, a visão das pessoas está turva e ainda existe o perigo iminente do barco afundar. Conseguiu imaginar a situação?

 

Nesse contexto, mesmo vivendo todas essas pressões, o papel do líder é ter o discernimento para manter o foco no que é necessário para a sobrevivência da tripulação, acalmar as pessoas e direcioná-las para as atividades corretas. Desafiador, concorda?

 

Dados recentes divulgados pela International Stress Management Association no Brasil (Isma-BR) fazem um importante alerta:

– No Brasil 30% dos trabalhadores sofrem com esgotamento profissional, ocupando o segundo lugar entre os países com maior incidência de Burnout, atrás apenas do Japão.

– O estresse crônico atingiu 45% dos presidentes e CEOs brasileiros, 39% dos diretores e 50% dos profissionais em cargos de gerência.

 

Saber lidar com pressão tornou-se essencial para as vidas das pessoas e a liderança humanizada é um importante caminho para isso.

 

Entendemos como liderança humanizada a competência do líder de enxergar o impacto do fator humano no desenvolvimento dos trabalhos, ou seja, conhecer as fortalezas e fraquezas de cada colaborador, os seus anseios profissionais e pessoais, oferecer um direcionamento claro do que precisa ser feito e dar suporte para que os desafios sejam realizados.

 

Há poucos anos essa não era uma demanda latente porque a maioria dos profissionais ingressavam nas empresas e pretendiam passar anos nela, ou mesmo se aposentar. Ainda que estivessem infelizes, possuíam a crença de que o trabalho não deveria ser necessariamente uma experiência positiva e acatavam a essas adversidades.

 

Essa não é mais uma realidade dos dias atuais e a necessidade de desenvolver uma liderança mais humanizada também se justifica com a alta competitividade por talentos e aumento da rotatividade dos colaboradores, além de uma maior demanda das pessoas por trabalhos que estejam conectados aos seus propósitos de vida e uma altíssima velocidade nas mudanças que exigem cada vez mais habilidades emocionais das pessoas.

 

Para isso, o fator primordial é que esse líder tenha clareza dessas características em si mesmo, ou seja, invista em seu autoconhecimento, além de estudar sobre comportamento humano, sociologia e demais ciências que dão bagagem para gerenciar as pessoas.

 

Existem no mercado programas de desenvolvimento de líderes com metodologias de coaching, mentoring e treinamentos em grupo que auxiliar esses profissionais na jornada de autoconhecimento e desenvolvimento. Na GUP! mesmo aplicamos a Abordagem Resiliente para desenvolvimento dos líderes.

 

Entendendo que cada indivíduo é um ser integral, ou seja, as suas experiências na vida pessoal e profissional se fundem em uma coisa só, exercer a liderança humanizada não é apenas mais uma ferramenta para aumentar os resultados da empresa e sim uma grande responsabilidade social que esses líderes possuem de proporcionar a si mesmos e aos seus colaboradores uma vida mais saudável e plena.

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